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TGR: Primeiras impressões de Spore

TGR:

Existe um objetivo final no estágio espacial, e um fim para o jogo, mas você não vai alcançá-lo cedo. Seu último objetivo é alcançar o centro do universo para entender seus segredos, mas você não pode simplesmente enviar sua nave para lá e ir em frente. O jogo limita sua nave espacial, forçando você a retornar ao seu planeta natal de vez em quando para reparos e recarregar. Porém, conforme você completa missões e ganha poderes você pode viajar mais e mais longe, deixando você se aventurar nos limites do cosmos. Mas quanto tempo? O time está planejando uma galáxia de 50 mil planetas exploráveis, então você vai ter bastante coisa pra fazer o tempo todo. Claro que você não vai conseguir visitar cada planeta para terminar o jogo, mas com tanto conteúdo em Spore, você vai querer.

Desenvolvedores de Spore vão explicar a tecnologia de animação do jogo no SIGGRAPH 2008

Durante esses anos que a gente tá postando sobre Spore aqui no blog, a gente já percebeu como a industria percebe o jogo como um avanço tecnológico. A própria equipe da Maxis está sempre falando nas tecnologias que eles criaram para alcançar os Criadores e a animação processual. Era comum em 2006 e 2007 a gente escrever sobre como os desenvolvedores explicavam essas tecnologias na GDC, a conferência de desenvolvedores.

Agora que Spore está praticamente pronto, os responsáveis pela animação de Spore (Chris Hecker e John Cimino) vão explicar essa tecnologia em um evento científico, o SIGGRAPH 2008. O nome da apresentação é “Real-Time Motion Retargeting to Highly Varied User-Created Morphologies”.

A SIGGRAPH vai acontecer entre os dias 11 e 15 de agosto em Los Angeles. Assim que tivermos mais informações sobre a apresentação do pessoal da Maxis, vamos postar aqui.

Blog aponta possíveis problemas legais com a criação de conteúdo do Spore

Spore é revolucionário, isso todo o mundo sabe. Não só sua magnitude, de apresentar toda a geração e evolução de uma civilização, mas também pelos seus diferenciais: a criação total de conteúdo e seu compartilhamento online.

O FT Tech Blog apontou, porém, alguns problemas que a Electronic Arts poderá enfrentar num futuro próximo, quando a Sporepédia estiver repleta de personagens da Pixar, do Mario ou de outros jogos e/ou produtos de outras empresas.

É claro que, na visão do criador, sempre será uma homenagem ao original, uma criação inspirada pelo amor àquele personagem. Porém, é claro, o outro lado da moeda pode não gostar tanto disso. E se aparecer lá um Surrey, ou um Buzz Lightyear, a Pixar vai gostar da homenagem ou achar um ultraje que uma empresa esteja usando a imagem dela? A Nintendo vai gostar de ver Goombas e Koopas e Yoshis rolando pelas galáxias de Spore?

Claro que, visto do lado dessas empresas como a Pixar e a Nintendo, que se interessam pela paixão dos seus fãs pelas criações de homenagens, o caso pode não ser sério. Mas se uma empresa menor, ou uma concorrente direta como a Actvision, não curtir que um personagem famoso tenha uma versão “esporizada”?

Isso levanta uma questão muito importante do que poderá se tornar a Sporepédia. Ou a) um verdadeiro catálogo com milhares de criações livres, originais ou não; ou b) um espaço recriminado pelas leis de propriedade intelectual, que selecionará as criações que poderão ou não pertencer ao seu catálogo.

É esperar para ver.