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Podcast sobre os recursos de comunidade de Spore

Caryl Shaw, parte da equipe de Spore, foi entrevistada pelo Gamasutra em um podcast sobre as ferramentas de comunidade do jogo.

Não há informações que a gente já não saiba, Caryl dá mais detalhes sobre a infraestrutura que está sendo preparada para o lançamento do jogo, e como a equipe pretende interagir e incentivar a comunidade — criando seções com criações em destaque, concursos e tudo o mais. Não há detalhes sobre o quanto isso será integrado no jogo (se podemos adicionar criações a um concurso direto no jogo, por exemplo). Caryl diz que todos os recursos online de Spore serão acessíveis dentro do jogo e pelo navegador.

Will Wright fala sobre a nova geração de consoles, e o preço do PlayStation 3

O criador de Spore deu uma série de entrevistas na E3 2006, e respectivamente suas opiniões sobre os videogames da nova geração também.

Quando o 1UP o perguntou sobre o Revolution, agora chamado de Nintendo Wii, “É incrível. Uma nova possibilidade tanto para os designers quanto para os jogadores, assim como o DS. A Nintendo está mesmo revolucionando seu mercado.”

Agora, sobre o PlayStation 3, e sua atualização de poderio e custo elevado, ele retruca. “Ele perdeu a essência de um videogame, que é uma ferramenta para interagir entre o jogador e o jogo. Ele faz tanta coisa e ao mesmo tempo parece não ter nada de novo para custar uma paulada de US$600…”

Spore já foi confirmado, além dos PCs, para Nintendo DS e celulares. Quando perguntado sobre uma versão para Wii, Wright disse que há uma grande possibilidade.

 

Robin Williams jogando Spore

Robin Williams teve a sorte de jogar a demonstração de Spore no evento fechado para a imprensa na E3, e a gente tem a sorte que temos vídeos disso acontecendo. Confira abaixo ele criando uma criatura e divertindo o público:

E aqui o vídeo que o Joystiq divulgou do evento, um pouco mais longo:

MDS Spore ARRASA!!11!!1!

Joystiq:

Na minha demonstração, eu voei do meu planeta natal, saí do sistema estelar, e foi então que meu queixo caiu. Eu vi milhões de estrelas e cliquei em algumas delas. Eu percebi que “nossa… esse jogo é imenso. O mero escopo não importa tanto quanto tudo o que você pode fazer em cada planeta. Eu voei para outro sistema estelar, comecei a terraformar um mundo chamando um meteoro, então eu encontrei uma civilização em outro mundo, e destruí sua cidade capital com uma bomba de antimatéria. Sim, cruel… e sim, eu gostei.

No fim das contas, a data “quando estiver pronto em 2007” não me deixou muito triste. Na apresentação da Wired, [o ator Robert] Williams travu o jogo ao tentar criar uns filhotes, então é óbvio que ainda há o que fazer para deixar o jogo funcionando direito. O pessoal da empresa disse que a EA está com uma abordagem “sem se meter”, e eles estão ok só esperando até que o jogo esteja pronto. Eu não disse a eles que eu queria esperar na fila, pagar $600 dólares e então vender todos os órgãos vitais necessários apenas para jogar o jogo final. Ele realmente tem o potencial de se transformar na obra prima de Will Wright.

O que estão dizendo — Spore na E3

Spore foi exibido em uma demonstração fechada na E3 ’06. Veja o que os principais sites especializados em jogos acharam do jogo, que reformulou seu visual e mostrou muitas novidades:

UOL JogosSpore será uma ferramenta de vida praticamente infinita, repleta de missões secundárias, oferecidas por outras civilizações controladas pelo computador. Some-se a isso o modo online e, efetivamente o jogo, que não impressiona pelo visual, mas sim pela concepção, atesta a competência e a maluquice do pai dos Sims.

1UP: “O jogo torna-se um modelo do próprio jogador: seu estilo de jogar, suas habilidades, suas preferências de criação. Por dentro e por fora, Spore é totalmente um jogo único para cada um”, diz o artigo — e ainda explica mais da Sporepédia: “As criaturas são exibidas como em trading cards, onde estão listadas seu poder de ataque, defesa, vida e habilidade, além de ser ‘habitada’ pelos traços de personalidade que o jogador definiu enquanto jogava”.

GameSpy: “Julgando pela demonstração, Spore tem cinco fases bem definidas: célula, criatura, tribo, cidade e espaço. Cada uma delas apresenta uma mecânica diferente, mas de fácil aprendizado. [...] É incrível ver como as animações são inteligentes, mesmo com criaturas tão estranhas. É um bocado divertido ver uma criatura de três pernas dançar”.

GameSpot: “É visível que Spore é o projeto que Will Wright esperou toda a sua carreira para ver. Há ali elementos de sua infância, como a criação sem limites do Lego, referências a séries como Star Trek, os seriados de cowboys e muito mais.”, e ainda fez uma prévia apenas do editor de criaturas: “Assim como a Sporepédia, o editor é a essência do jogo: um editor intuitivo e fácil, onde você cria aquilo que realmente sempre quis ter como animal de estimação. E isso que ele não estava terminado…”.

IGN: “A galáxia parece ter milhões de planetas e diversas possibilidades. É um exemplo de que Spore tem uma experiência de jogabilidade praticamente infinita”.