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Libertando o poder do jogo paralelo

The Guardian:

“Meu foco começou a mudar mais e mais para os jogadores e pelo que eles estavam fazendo”, [Will] disse, “porque eu descobri que é fundamentalmente tão interessante, ou ainda mais interessante que os jogos em si, é a jogabilidade paralela. Sentar e olhar o que outras pessoas fizeram com o mesmo jogo que você tem é fundamentalmente interessante para mim.”

Eu concordo plenamente com Will aqui. Eu adoro ver o que a comunidade faz com The Sims 2 e SimCity 4, por exemplo, e eu já tô empolgado vendo as criações que estão sendo criadas nas várias demonstrações do Criador de Criaturas nos últimos meses. É uma das surpresas mais inesperadas de Spore, a gente mal pode imaginar o que os jogadores vão criar!

Sobre a geração processual de conteúdos do Spore

Spore usa a texturas processuais para dar aos jogadores possibilidades quase infinitas para pintar as criaturas, e uma tecnologia de animação arrasadora que determina como elas se movem, comem, atacam, e até mesmo dancem. Assim como a pouco divulgada tecnologia de música processual. Criaturas únicas ganham voz por algoritmos que levam em conta o tamanho da criatura, a idade, a biologia, a estrutura, e o estilo. Ainda mais impressionante é a trilha-sonora processual. O compositor Brian Eno cooperou com a Maxis e criou centenas de pequenas partes de som para criar a música do jogo. De acordo com os eventos do jogo, esses eventos serão manipulados processualmente para criar uma música dinâmica que fica de acordo com a ação na luta, na dança, e na exploração espacial.

Esse parágrafo faz parte do excelente artigo sobre a tecnologia de geração processual, publicada no The Age.